terça-feira, 4 de junho de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Sorrisos e abraços
Hoje a Joana chegou a casa feliz, distribuindo afecto. Na escola, foi o Dia dos Abraços. Bendita escola que ensina os seus jovens a amar o próximo.
E eu, entro no jogo. Num dia que não foi fácil, mas em que recebi muito, quero retribuir: se veio até aqui, não vai de mãos a abanar: leve um sorriso. Hoje é por conta da casa...
quinta-feira, 14 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Noites longas
De olhos bem abertos, a vida projecta-se na escuridão do quarto. Passado e futuro misturam-se, cozinhando a ansiedade que ataca a seguir. O que não foi feito, o que foi mal feito, o que nunca será... Com coerência, a noite mostra o lado mais negro da vida, os dramas avolumam-se, os receios agigantam-se e só o despertar da manhã deixa a farsa a descoberto. Desponta um novo dia, há mais uma oportunidade de viver...
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Mesmo quando parece que a vida nos confina aos seus desmandos e que não temos escolha na condução do nosso destino... manter a calma e mandar o cancro para aquela parte é sempre uma bela opção.
Hoje é o dia.
T.
(Agora a verdade: nem nós estamos verdadeiramente calmos nem nos parece nada que ele se ofenda com tão pouco...)
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Unknown
Nos últimos anos, a propósito do cancro, tenho recebido boas e más notícias. Uns dias umas, outros dias menos felizes, das outras. Já as conheço de ginjeira. Mesmo as que nunca recebi, já as vi bater a outras portas. Boas e más. Sei como causam alívio e sei como podem fazer reduzir mais um bocadinho a esperança que tanto custa manter em alta.
A este ponto da minha vida encolhida as notícias que recebo já não são boas ou más. Agora, o que sinto é que deviam sempre ser melhores ou que podiam ser muito piores.
As notícias já não me surpreendem, já não me fazem dar pulos nem me deitam abaixo, só me dirigem o rumo: hoje numa direção, amanhã, na outra.
T.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Ponto final...
Sinto que este blogue deveria levar um ponto final. Mas não é caso único. Há outros capítulos na minha vida que estava mais do que na hora de serem encerrados. Mas o remate não é o meu forte na costura, fica sempre uma linha solta a pedir um puxãozito. E eu não lhe resisto...
Sou uma respigadora de gente, tralha e emoções. Apanho tudo. E guardo. Aquilo que é bom e o que nem por isso.
O pior nem é a tralha, que essa está lá mas não chateia. O que é mesmo mau são as pessoas, aquelas que não dão paz nem a cacete, as que não gostam de nós mas não descolam, as que lançam veneno e disfarçam para o lado, as que fingem a tempo inteiro sem nunca caírem para o lado de exaustão, as que são sempre contra os outros, contra tudo, contra mim nem que seja porque claramente não estão do meu lado...
Sou uma pessoa forte em quase tudo mas fraca nas rupturas. No irremediável vejo sempre algum remédio, uma desculpa, há sempre espaço para mais uma mágoa disfarçada, mesmo que mal... Vivo com o coração em turbilhão, a querer parar, quebrar laços sem proveito, mas fica cá tudo, ficam cá todos... E há momentos, como o de hoje, em que pesam que se fartam.
Um dia, se o cancro ainda me der uma folga, gostava de conseguir fazer novas escolhas, ser mais livre e mais feliz.
Se o cancro continuar a não deixar... a escolha é só uma: continuar a combatê-lo e fazer de conta que, à minha volta, no pasa nada.
Não tenho forças para pontos finais... as reticências levam a melhor... e o blogue e o resto vão ficando.
Beijos
T.
Sou uma respigadora de gente, tralha e emoções. Apanho tudo. E guardo. Aquilo que é bom e o que nem por isso.
O pior nem é a tralha, que essa está lá mas não chateia. O que é mesmo mau são as pessoas, aquelas que não dão paz nem a cacete, as que não gostam de nós mas não descolam, as que lançam veneno e disfarçam para o lado, as que fingem a tempo inteiro sem nunca caírem para o lado de exaustão, as que são sempre contra os outros, contra tudo, contra mim nem que seja porque claramente não estão do meu lado...
Sou uma pessoa forte em quase tudo mas fraca nas rupturas. No irremediável vejo sempre algum remédio, uma desculpa, há sempre espaço para mais uma mágoa disfarçada, mesmo que mal... Vivo com o coração em turbilhão, a querer parar, quebrar laços sem proveito, mas fica cá tudo, ficam cá todos... E há momentos, como o de hoje, em que pesam que se fartam.
Um dia, se o cancro ainda me der uma folga, gostava de conseguir fazer novas escolhas, ser mais livre e mais feliz.
Se o cancro continuar a não deixar... a escolha é só uma: continuar a combatê-lo e fazer de conta que, à minha volta, no pasa nada.
Não tenho forças para pontos finais... as reticências levam a melhor... e o blogue e o resto vão ficando.
Beijos
T.
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