terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Chuva de disparates
















Ontem
A má onda começou ao final do dia de ontem. Cheguei à clínica onde iria fazer uma ressonância magnética (dorso-lombar) e só aí percebi que no hospital não me tinham dado a requisição certa. A seguir, depois de ter deixado um depósito de 700 euros de caução (em dinheiro - numa confusão de levantamentos e cartões -, porque não tinha cheques e não podia ser por MB), fui informada de que teria de esperar mais uma hora. Como já estava em jejum desde as duas da tarde, e eram naquela altura sete e meia, perguntei se podia beber alguma coisita. Disseram-me para comer uma sandes e beber um chá. Como bem sabem, não é preciso mandarem-me comer... a oportunidade não foi desperdiçada. Só que... já dentro da máquina (a mais claustrofóbica em que já entrei), quando o médico descobriu a sandocha, despachou-me para casa de castigo. Afinal, enganaram-se estas funcionárias também, não se podia comer nada. Enfim... valeu-me ter voltado para a redacção e fazer a capa até às quinhentas com a Alex. Lá passou a neura...

Hoje
Mas voltou hoje de manhã. Tinha análises para fazer, desta vez eram em jejum (não costumam ser) e eu tomei pequeno-almoço! Logo, não fiz. Amanhã lá me levanto de madrugada... A seguir, fui para Lisboa, no meio de um trânsito brutal, buscar os exames que fiz na semana passada. Ao chegar a uma das clínicas com a credencial da cintigrafia óssea (que me tinha esquecido de levar no dia em que fiz o exame), disseram-me que não tinha a vinheta do hospital... Socorro!!! Lá fui eu para São Francisco (antes fosse para a Califórnia, mas não, foi para o Restelo) colocar a porcaria da vinheta e voltar a Entrecampos onde, mal estacionei longe como o raio, começou a chover a cântaros, com vento e tudo. A pobre mulher arrastou-se até à clínica e lá resgatou o maldito exame, que ou muito me engano (há essa forte possibilidade) ou não traz nada de bom...

Chateada que nem um peru, almocei com a Rita e o Maciel, que em troca de terem tido a simpatia de esperar por mim até às duas e tal da tarde, levaram com esta lenga-lenga toda em cima. Pobrecitos.

E amanhã
Bem cedo faço análises, à tarde tenho consulta, e ao fim do dia conto aqui novidades. Até lá.

Beijos,
Teresa

P.S. A "maravilha" é nas Caldas de Monchique, "terra" da minha "velha" amiga Fátima, de quem não levei o número do telemóvel, infelizmente. Mais um disparate. Começa a tornar-se num hábito... Da próxima vez que for a algum lado abaixo de Alcácer do Sal, vou de propósito a Monchique convidar a Fátima para almoçarmos na Charrete. Aquele arroz com feijão e castanhas... Hummmmmm

5 comentários:

Anónimo disse...

Bem de facto mana, parece que não foram lá horas muito felizes não...
Mas olha há dias assim de chuva, e até mesmo trovoada, e vais ver que amanhã vai ser um dia melhor.
Quanto a resultados não faças futurologias e se as fizeres faz pelo copo meio cheio...
Beijos muito grandes mana Grande
luv u
m

carla disse...

Lá diz o ditado"Não há uma sem duas, nem duas sem três", você já "levou" com as três,como tal tudo o qu vier agora, de certeza que há-de ser por bem. Nada de derrotismos que a vida não se compadeçe com isso, vá força e ânimo e quase que aposto que a forma como estes "contratempos" todos foram descritos à viva voz,deve ter dado para a paródia, ou eu não a conheça... MUITOS BEIJINHOS da sua secretária COXA. E EU VOLTO...

Anónimo disse...

Querida directora, é só para dizer alô. Beijos grandes.

Anónimo disse...

ai meu Deus!!!

Anónimo disse...

sim vem com atraso mas está cá...
beijo grande mana grande
m