terça-feira, 25 de novembro de 2008

Cabeça imortal












"Nós não queremos morrer. Primeiro, pela incerteza do porvir; segundo, porque a morte implica extinção e o ser humano não aceita a aniquilação. A nossa cabeça nasceu para ser imortal. A morte está relacionada com dor, sofrimento, à decadência física, à desfiguração, à perda do papel social, desamparo da família, perdas dos prazeres materiais, da independência. Mas a causa verdadeira é o nosso horror de nos separar das pessoas que amamos".
Miguel Scrougi, considerado o número 1 do Brasil em cirurgias do cancro da próstata.

6 comentários:

Anónimo disse...

bem, agora é daquelas vezes que devia esperar que alguém escrevesse alguma coisa... porque de facto é muito difícil "dizer" algo que valha... também eu pela primeira vez penso nestas coisas, e o medo do lado de cá também é esse mesmo... o melhor é focar-mo-nos no que queremos e tentar não pensar no que não queremos, mesmo!
Muita coisa ainda está para vir,mas no meio de tudo isto, estou convicta que algo de "bom" vai acontecer.
Esquece, o mais possível, esse medo e concentra-te na tua força e vontade. Sei que é quase impossível, mas essa energia faz falta à tua recuperação.
Vai correr tudo bem... vais ver...
Beijo muito grande mana Mais Grande
m

Anónimo disse...

Continua a usar o violeta, roxo... fica-te muito bem, adoro!
mais beijoss
m

Ninia disse...

Nãop quero comparar o teu medo com o meu. Sabes que por razões da vida, sei de um pânico repetido, mas também efémero.
Quantas vezes recorri a ti? Quantas vezes fizeste o medo desaparecer? Quantas vezes me trouxeste de volta?
Usa-me e abusa-me agora.

Sei, porque sinto, que a remissão será completa. E NUNCA penses que sabes mais do que eu.

Anónimo disse...

Querida directora, estou sem palavras. O meu coração está contigo. Xau-xau, até amanhã, até amanhã

Anónimo disse...

Não conheço a força pelo nome.
Não conheço nenhuma palavra mágica, nem nenhuma alquimia.
Sou basicamente básica, como quase todos os humanos.
E como quase todos os
humanos, sou praticamente analfabeta nas coisas da dor... não sei escrever sobre isso, restam-me lágrimas e pouco mais...

Beijo imenso da prima M João

Anónimo disse...

Ninguém se concebe como não existente, nunca, nunca.
A existência é uma afirmação do provir, do devir, em todas as manifestações da existência humana.Da afirmação mais subtil à mais complexa:
Os limites para ti não existem.
Mostra-me o mundo desassomnbrado...