quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Teresa cansada da guerra, já dizia o outro, ainda que roubado um Batista

Por estas e outras, não durmo. (Nem vale a pena descrevê-las, são várias e são chatas.)

Quando descubro que, afinal, não tenho sono (eu lá ter, tenho, desde as oito da noite, mas depois esconde-se, pelos vistos) já me parece tarde demais para ingerir uma ajudinha, visto que às sete da matina tenho de começar a acordar e aviar porta fora as lontras pai e filha cá da casa, que se fazem difíceis sem a minha voz de comando.
Joana levanta-te, para aqui, Júnior, despacha-te, olha as horas, para ali.
Já comeste? Vai-te calçar, Não te esqueças dos testes assinados, Já tens o telemóvel na mala?  Olha os patins! Nem penses que vais sem casaco com este frio, e, por fim, JÁ SÃO OITO HORAS!
Depois, sim, a porta bate e com a súbita paz vem o verdadeiro sono mas é hora de me preparar para o trabalho... E começa outra batalha...

Nunca me senti tão cansada...

T.





2 comentários:

Lina Querubim disse...

Tens que ter uns diazinhos para ti :) beijinhos

Patrícia Pais disse...

Minha querida,
tens de experimentar a minha receita! :)

Beijinho grande.