segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Histórias, precisam-se!


De volta ao trabalho, sinto-me uma pessoa nova, mas já não sou a mesma de há um mês atrás. Provavelmente, nunca mais serei, se calhar por opção, mas, por agora, é realmente por incapacidade física.

A manhã correu muitíssimo bem, fui até incumbida de algumas tarefas (claramente menores) que os chefes Rita e Maciel me deram, mas a partir da hora do almoço, o corpinho, habituado à boa vida de sestas e descansos dos últimos cinco dias, começou a pedir tréguas. Respeitosa da sua vontade, que por enquanto é soberana, peguei na trouxa e fui-me mesmo embora.

Sentei-me numa esplanada na Marina de Oeiras, li as revistas da Deco e a TeleNovelas, boa leitura portanto, fiz a minha caminhada e rumei a casa, onde fui encontrar a minha criança, contente, nas mãos da sua zelosa amiga Rita Guerra (sabem, aquela rapariga que canta muito bem).

Eu sei que isto agora começa a ficar desinteressante, principalmente se não me sinto mal, se não me dói nada, se o cabelo ainda não cai, se ainda faltam duas semanas para o próximo envenenamento... É, pois, urgente, arranjar qualquer coisa de picante para contar aqui amanhã, mesmo que tenha de ser inventado. Voltem, vou ver o que se arranja. Aceitam-se ideias. Decentes, ok?

Na foto, a Rita, o Maciel e a Sandra, a tomarem conta das operações neste dia de fecho da tvmais.

Mil beijos,
T.

11 comentários:

Anónimo disse...

Bom...
Não sabes aquela da menina que ia levar o lanche à avózinha, ou a da carochinha que é bonita e formosinha...
A mim não me importa nada, e é tudo muito mais interessante do que possas pensar, e novidades dessas que nos queres dar... vai mas é para a esplanada, enquanto a tua filha aprende a cantar...
Beijos boneca e força,
beijos mil
mana

Anónimo disse...

Olá directora preferida!
Ainda agora aqui cheguei, e já me apetece dar-te um abraço.
Não por sentimentos pequenos ou de tristeza,
mas sim pela Mulher que és, cheia de força, linda,
com graça e nunca mas nunca desinteressante.
Até te poderia contar a (estória ou história) da minha vida,
mas seria mais monótona que um filme do Manoel de Oliveira!!!
Mas sei da história de uma menina cheia de qualidades,
um pouco temperamental, que nasceu para vencer.
Venceu no trabalho, na família e lutou por tudo o que quis.
Tal como está a fazer agora.
Mas se quiseres saber mais detalhes,
vais ter que esperar um pouco,
pois quando ela for bem velhinha,
irá escrever um livro sobre a sua vida.

Beijinhos
Pedro Guilhermino

Maciel disse...

Na verdade, fizeste muito... É sempre bom ter-te por perto
(ou, como diz na canção dos Donna Maria, "sabe bem ter-te por perto", ainda que a chefe Rita não me dê muito tempo para estar contigo...
Mil beijos e obrigado pela ajuda e, acima de tudo, pela tua presença. Como sabes, nós adoramos-te!

Maciel disse...

Ah! Na foto, a resposta a Onde está o Wally? é... O Sr. António (Bernardo).

Lígia disse...

É muito bom ter-te por perto, mesmo que seja para me insultar. A mim que até sou uma soa que sabe...
Doru tu tanto

Rita disse...

Há pessoas que, de facto, não conhecem limites. Como sabes que não gosto de fotografias… toma lá a ver se deixas de ser preguiçosa e escreves qualquer coisa, não é?

Bom, então aqui vai. Foi bom ter-te de volta porque tínhamos saudades e ainda deste apoio moral ao Maciel, que assim ganhou novas energias para me conseguir aturar.
Foi bom ver-te por cá e saber que tudo vai continuar como sempre foi. Vamos fazer muitas caminhadas, dizer mal do mundo, rir de boas (e más) piadas, ver muitos filmes e séries, e ainda cantar, para desgraça dos meus vizinhos, o mamma mia, quando sair para a playstation (ok, eu posso ser a loira mais feiosa) até ficarmos mais podres do que elas. O Rô continuará a ser um bom mestre para a Joana (ensiná-la a ser monstrinha é apenas a ponta do icebergue do seu muito edificante repertório). Vais continuar a ser acarinhada por muitos e bons anos pelo enorme círculo de amizades que criaste e divertir-te enquanto experimentas os restaurantes que eu marcar (dizem que sou mandona mas nunca percebi porquê).

Sei que será assim durante muitos tempo (até nos começarmos a desentender como quaisquer duas velhas que se prezem), porque, simplesmente, de outra maneira não faz sentido.

Esses bichos que se meteram contigo já devem ter percebido que se enganaram no destino. Tenho a certeza de que já estão arrependidos.

No fundo, no fundo, a minha mensagem serve para te dizer que apesar de não acreditares, podes ter a certeza de que esta enorme rede de ternura e afectos que criaste à tua volta transforma-se em óptima energia e entra todinha também pelo cateter Hèrmes... e vai dar cabo deles! Tens dúvidas? Eu não.

E prontos: agora não me mandas mais bocas a dizer que não ligo nenhuma ao teu blog porque ligo, e muito. Não gosto é de escrever, ok? (ainda bem que não é essa a minha profissão)

pnv disse...

Como precisas de histórias decentes, não me consigo lembrar de nenhuma. Nem mesmo inventar alguma.
Quanto a piadinhas de bom (ou mau) gosto, hoje estás com azar. Não estou inspirado...

Beijinhos grandes

pocahontas disse...

E eu, a Isaura de serviço, não tenho direito a aparecer numa fotografia? É o que dá ter de ir em busca dos merceeiros de gondomar, das ciganas de pedroso e dos vendedores da malveira... Se o meu amigo cabo costa tivesse um blog publicava a minha foto...

Anónimo disse...

Afinal sou só eu que sou ciumenta...:-)
Que familia!!! :-)
beeeeeiiiiiijooooosssss

Anónimo disse...

não sou só eu... era o que queria dizer...:-)
m

beatriz disse...

não são precisas histórias basta saber de ti! já é um habito matinal abrir o teu blog! beijos muito grandes carregados de energia positiva